Guilherme Toporoski - Apartamento nº 14 - Condomínio Residencial e Comercial Silveira - Rua José Eugênio Muller, nº 493, Vila Operária - Itajaí/SC.

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APARTAMENTO Nº 14 - CONDOMÍNIO RESIDENCIAL E COMERCIAL SILVEIRA - RUA JOSÉ EUGÊNIO MULLER, Nº 493, VILA OPERÁRIA - ITAJAÍ/SC.

Rua José Eugênio Muller, nº 493, Bairro Vila Operária, Cidade de Itajaí/SC.

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Detalhes do Imóvel

  • Total 51,9175m²
  • Privativa 41,00m²
    Endereço: Rua José Eugênio Muller, nº 493, Bairro Vila Operária, Cidade de Itajaí/SC.
Informações
Código do leilão: 1109-1
Lote Nº.: 1
Cidade/UF: Itajaí/SC
Comitente: 1ª Vara Cível de Itajaí
Local do Leilão: https://topoleiloes.com.br/
Situação: Aberto
Valor da Avaliação: R$ 181.872,00
Visualizações: 430
Horário dos leilões
1º. Leilão 21/07/2022 - 10:30h Online R$ 181.872,00
2º. Leilão 26/07/2022 - 10:30h Online R$ 90.936,00
Lances
Maior Lance: R$ 0,00
Apelido: --
Lances: 0
Autos: 5010010-75.2020.8.24.0033

Documentos

Descrição

LOTE: Imóvel apartamento nº 14 - localizado no 2º Pavimento do Condomínio Residencial e Comercial Silveira, situado na Rua José Eugênio Muller, nº 493, Bairro Vila Operária, na Cidade de Itajaí/SC, com área total privativa de 41,00m², área comum de 10,9175m², totalizando uma área de 51,9175m², correspondendo a uma fração ideal do solo de 0,1049 do terreno, ou seja, área de uso exclusivo de 23,3676m², e área de uso comum de 21,6366m², totalizando uma área de 45,0042m² do terreno, onde assenta a construção do referido condomínio. Inscrição Imobiliária nº 211.001.01.0046.0007.000 e cadastro nº 800868, na Prefeitura de Itajaí/SC.

LOCALIZAÇÃO: Rua José Eugênio Muller, nº 493, Bairro Vila Operária, Cidade de Itajaí/SC.

AVALIAÇÃO: R$180.000,00 em março/2022 (mov. 80.1). AVALIAÇÃO ATUALIZADA: R$181.872,00 em maio/2022.

Informação Adicional

CONDIÇÕES DE PAGAMENTO PARCELADO: 1) O interessado em adquirir o bem em prestações deverá apresentar o seu lance parcelado através do auditório virtual do leiloeiro: (i) por ocasião do primeiro leilão, por valor não inferior ao da avaliação; (ii) por ocasião do segundo leilão, por qualquer valor, salvo preço vil.  2) O lance parcelado contemplará, em qualquer hipótese, oferta de pagamento de pelo menos 25% do valor do lance à vista e o restante parcelado em até 30 (trinta) meses, garantido por caução idônea, quando se tratar de móveis, e por hipoteca do próprio bem, quando se tratar de imóveis. 3) As propostas para aquisição em prestações indicarão o prazo, a modalidade, o indexador de correção monetária e as condições de pagamento do saldo. 4) Caberá ao arrematante a atualização monetária das parcelas, a emissão das respectivas guias de depósitos judiciais em continuação ao depósito do sinal, bem como, no prazo máximo de 03 (três) dias após o vencimento de cada parcela, protocolar em juízo os comprovantes de pagamento. 5) No caso de atraso no pagamento do sinal ou de qualquer das prestações, incidirá multa de dez por cento sobre a soma da parcela inadimplida com as parcelas vincendas. 6) O inadimplemento autoriza o exequente a pedir a resolução da arrematação ou promover, em face do arrematante, a execução do valor devido. 7) A proposta de pagamento do lance à vista sempre prevalecerá sobre a proposta de pagamento parcelado. 8) Havendo disputa entre os lances parcelados prevalecerá sempre o de maior valor.

DÍVIDAS E ÔNUS: A arrematação será considerada aquisição originária. A responsabilidade do arrematante ficará restrita ao preço e custas da arrematação, tributo incidente sobre a aquisição (ITBI), comissão do leiloeiro e eventuais custas para levantamento das restrições registrais e imissão de posse, de modo que, satisfeitas tais obrigações, o bem será entregue livre de dívidas e ônus, observando-se o preconizado no artigo 130, § único, do Código Tributário Nacional e no artigo 908, §1º, do Código de Processo Civil. Eventuais ônus e débitos mencionados no presente edital devem ser considerados meramente informativos, prestando-se ao cumprimento do previsto no art. 886 do CPC, não acarretando obrigação do arrematante em suportar os mesmos. Eventuais restrições/limitações ao uso do bem arrematado (a exemplo de restrições construtivas, ambientais, dentre outras) não se confundem com ônus e, por isso, permanecem mesmo após o leilão.

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