Guilherme Toporoski - TERRENO COM BENFEITORIAS - RUA JOÃO CARLOS DA ROSA, N 212, ALTO BOQUEIRÃO - CURITIBA/PR

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TERRENO COM BENFEITORIAS - RUA JOÃO CARLOS DA ROSA, N 212, ALTO BOQUEIRÃO - CURITIBA/PR

Rua João Carlos da Rosa, n 212, bairro Alto Boqueirão, em Curitiba/PR.

ATENÇÃO!
Este lote possui possibilidade de compra parcelada. Dê seu lance no auditório virtual

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Detalhes do Terreno

Informações
Código do leilão: 999-1
Lote Nº.: 1
Cidade/UF: Curitiba/PR
Comitente: 17ª Vara Cível de Curitiba
Local do Leilão: https://topoleiloes.com.br/
Situação: Aberto
Valor da Avaliação: R$ 331.000,00
Visualizações: 360
Horário dos leilões
1º. Leilão 10/02/2022 - 10:00h Online R$ 331.000,00
2º. Leilão 15/02/2022 - 10:00h Online R$ 231.700,00
Lances
Maior Lance: R$ 0,00
Apelido: --
Lances: 0
Autos: 0003785-53.2017.8.16.0001

Documentos

Descrição

IMÓVEL: Lote de terreno nº 04 (quatro), da quadra nº 06 (seis), da Planta Moradias M’Boycy, situado em Curitiba/PR, medindo 10,00 metros de frente para a Rua 10 (atual Rua João Carlos da Rosa), pelo lado direito, de quem da referida olha o imóvel, mede 25,00 metros e confronta com o Lote nº 05, pelo lado esquerdo mede 25,00 metros e confronta com o Lote nº 03, e na linha de fundos, onde mede 10,00 metros, confronta com o Lote nº 15, fechando o perímetro e perfazendo a área total de 250,00m². Matrícula nº 92.490, do 8º Registro de Imóveis de Curitiba/PR. Indicação Fiscal nº 84.751.004.000-5.

LOCALIZAÇÃO: Rua João Carlos da Rosa, nº 212, bairro Alto Boqueirão, em Curitiba/PR.

BENFEITORIAS: Contém duas construções em alvenaria, com idade aparente de 25 anos, que somadas, perfazem a área aproximada de 185,00m², não averbadas na matrícula imobiliária, de padrão construtivo baixo, necessitando entre reparos simples e importantes.

AVALIAÇÃO: R$331.000,00 em outubro/2021 (mov. 159.1).

Informação Adicional

CONDIÇÕES DE PAGAMENTO PARCELADO: 1) O interessado em adquirir o bem em prestações deverá apresentar o seu lance parcelado através do auditório virtual do leiloeiro: (i) por ocasião do primeiro leilão, por valor não inferior ao da avaliação; (ii) por ocasião do segundo leilão, por qualquer valor, salvo preço vil.  2) O lance parcelado contemplará, em qualquer hipótese, oferta de pagamento de pelo menos 25% do valor do lance à vista e o restante parcelado em até 30 (trinta) meses, garantido por caução idônea, quando se tratar de móveis, e por hipoteca do próprio bem, quando se tratar de imóveis. 3) As propostas para aquisição em prestações indicarão o prazo, a modalidade, o indexador de correção monetária e as condições de pagamento do saldo. 4) Caberá ao arrematante a atualização monetária das parcelas, a emissão das respectivas guias de depósitos judiciais em continuação ao depósito do sinal, bem como, no prazo máximo de 03 (três) dias após o vencimento de cada parcela, protocolar em juízo os comprovantes de pagamento. 5) No caso de atraso no pagamento do sinal ou de qualquer das prestações, incidirá multa de dez por cento sobre a soma da parcela inadimplida com as parcelas vincendas. 6) O inadimplemento autoriza o exequente a pedir a resolução da arrematação ou promover, em face do arrematante, a execução do valor devido. 7) A proposta de pagamento do lance à vista sempre prevalecerá sobre a proposta de pagamento parcelado. 8) Havendo disputa entre os lances parcelados prevalecerá sempre o de maior valor.

DÍVIDAS E ÔNUS: A arrematação será considerada aquisição originária. A responsabilidade do arrematante ficará restrita ao preço e custas da arrematação, tributo incidente sobre a aquisição (ITBI), comissão do leiloeiro e eventuais custas para levantamento das restrições registrais e imissão de posse, de modo que, satisfeitas tais obrigações, o bem será entregue livre de dívidas e ônus, observando-se o preconizado no artigo 130, § único, do Código Tributário Nacional e no artigo 908, §1º, do Código de Processo Civil. Eventuais ônus e débitos mencionados no presente edital devem ser considerados meramente informativos, prestando-se ao cumprimento do previsto no art. 886 do CPC, não acarretando obrigação do arrematante em suportar os mesmos. Eventuais restrições/limitações ao uso do bem arrematado (a exemplo de restrições construtivas, ambientais, dentre outras) não se confundem com ônus e, por isso, permanecem mesmo após o leilão.

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